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O GATO QUE NÃO ERA DE BOTAS
“O GATO QUE NÃO ERA DE BOTAS”
“Era uma vez um gato malhado Gato tão astuto e felino Que armava sempre um ardil Gato nó cego Como o nó górdio Gato sorrateiro e esperto Mesmo passando por lugares sórdidos Como o beco que ficava atrás Da cantina do seu Adamastor Ah, gato cheio de presepadas Poderia até, ser um bom ator… Mas no final, ah, afinal ‘Quem sai aos seus, não se degenera’ Descendia de uma nobre estirpe Uma ninhada de mil eras… E assim termina a nossa história Boa demais, para felino nenhum Nunca, nunquinha, never, botar o menor defeito!” *O gato que não era de botas* By Julio Cesar Mauro 14/08/2025
Julio Cesar Mauro
Enviado por Julio Cesar Mauro em 14/08/2025
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