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A DAMA DO ASFALTO
“A DAMA DO ASFALTO”
“Cidade grande, Cidade louca, Cidade que faz a gente Perder a boca… A boquinha que tinha Lá numa fábrica Como o carteiro errante Que de ti, nunca guardou mágoa. Cidade das borrachas deixadas À beira da estrada Quando criança, sonhei Em crescer como um mago… Mágico das savanas e estepes Mas esse sonho ruiu Quando fiquei serelepe… E a vontade que eu tinha Era mandar tudo pro alto Cada vez que na noitada caía Mamãe acordava num sobressalto. E então, osculo a tua face, de fato E com um beijo dedico Àquela dama do asfalto.” *A dama do asfalto* By Julio Cesar Mauro 19/08/2025
Julio Cesar Mauro
Enviado por Julio Cesar Mauro em 19/08/2025
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