![]() |
|
![]()
DE REPENTE, QUARENTA!
“DE REPENTE, QUARENTA!”
“Ah! Estou velha e cansada! A alegria da juventude, para mim, já foi embora Não vejo graça em mais nada… Já cheguei aos quarenta, Perdi o frescor da beleza A vida pesa nos meus ombros cansados… Apenas Adolphe, Meu fiel companheiro Consegue me entender, Mesmo, sem eu nada tenha a dizer Queria ter vinte, Ou no máximo trinta anos No charme discreto das balzaquianas Mas tudo, então, para mim É c’est fini… Não sei nem ao menos O que ainda faço aqui… Adeus, adeus O rigor mortis Na esquina escura, me espera!” *De repente, quarenta!* By Julio Cesar Mauro 17/05/2026
Julio Cesar Mauro
Enviado por Julio Cesar Mauro em 17/05/2026
Copyright © 2026. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
|


