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BANGUE-BANGUE
“BANGUE-BANGUE”
“Ouço um tropel de cavalos… Um pocotó, pocotó, ao longe Será que estou sonhando ou delirando? Parece derramar sobre a minha mesa o cadenciado rumor dos cascos equinos Devo ter comido rabada demais, à noite passada… Como passado ainda estou ao me lembrar de um faroeste distante… E senão fossem esses, os ditames do meu coração (e da minha imaginação) Convidaria você a sentar ao meu lado, juntamente com um saco gigante de pipocas E assistir à bangue-bangues de montão!” *Bangue-bangue* By Julio Cesar Mauro 06/06/2026
Julio Cesar Mauro
Enviado por Julio Cesar Mauro em 06/06/2026
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