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A BENDITA DOR DE AMAR
“A BENDITA DOR DE AMAR”
“Faço firulas e me contorço toda Dou uma tragada no meu cigarrinho E já tomei uma garrafa, do mais puro goró Mas continuo só Terrivelmente só E o destino… Ah, o destino! Parece de mim… Não ter dó Visto-me bem Não tenho halitose Uso roupas e meias finas Mas ficar sozinha, convenhamos… É dose! Fosse eu, uma guerrilheira Embrenharia numa selva ou na savana Só para descontar a minha ira... Ah, mas que vida sacana! Então, continuo a beber E a fumar, só para ver se esqueço Essa dor… Essa bendita dor A dor de não amar…” *A bendita dor de amar* By Julio Cesar Mauro 09/06/2026
Julio Cesar Mauro
Enviado por Julio Cesar Mauro em 09/06/2026
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