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A REFREGA
“A REFREGA”
“Lavo roupa todo dia… Que agonia! Eu sei o que vão dizer Que isso também é poesia Mas o que fazer, com as minhas unhas Estragadas, quebradiças… Responda aí você, que é da burguesia Que não tem todo os dias Um tanque cheio de roupas Para lavar e depois passar… E ai, de mim e das minhas costas macias! Mas ao chegar a hora do ocaso, no cair da noite Ainda encontro tempo para uma refrega Um esfrega-esfrega com o meu homem… Amores! Isso sim é que é poesia!” *A refrega* By Julio Cesar Mauro 20/10/2026
Julio Cesar Mauro
Enviado por Julio Cesar Mauro em 20/10/2026
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